Não quer usar o nosso modelo? Mande a sua própria planilha
Tem uma parte chata do nosso serviço que quase ninguém comenta, mas todo mundo sente: copiar e colar. Você já tem os dados das guias numa planilha sua — ou num relatório que o seu sistema cospe em Excel — e mesmo assim precisa abrir o nosso modelo e transferir coluna por coluna. Funciona, mas é tempo perdido todo mês, e é onde mora a maior parte dos erros de digitação.
Dá pra pular essa etapa. A gente adapta o sistema pra ler o seu layout do jeito que ele já é.
Como funciona
Você continua enviando uma planilha, do mesmo jeito e na mesma tela de sempre — só que é a sua planilha, com os seus nomes de coluna, na sua ordem.
Nos bastidores, a gente ensina o sistema a fazer o de/para: que a sua coluna "Carteirinha" é o número da carteira, que "Cód. Proc." é o código do procedimento, que o seu "MAT" quer dizer material e não procedimento. Feito isso, o seu arquivo passa a ser reconhecido automaticamente toda vez que você envia.
O resultado é o mesmo de sempre: o XML no padrão da ANS, pronto pra subir no portal da operadora.
O que você precisa fazer
São três passos, e só o primeiro depende de você:
- Fale com a gente e mande um arquivo de exemplo. Uma exportação de verdade, com as colunas que você usa no dia a dia. Pode ser um mês antigo — o que importa é o formato, não os dados estarem atualizados.
- A gente monta o de/para. Normalmente leva poucos dias úteis.
- Você envia como sempre. Da próxima conversão em diante, o seu arquivo já é aceito direto.
Se você tem dados de pacientes reais na planilha, pode trocar nomes e carteirinhas por qualquer coisa antes de mandar. Pra montar o de/para a gente precisa enxergar as colunas, não o conteúdo delas.
O que a sua planilha precisa ter
Não existe formato "certo" — existe informação suficiente. O padrão TISS exige um conjunto de campos obrigatórios, e o que não estiver na sua planilha vai ter que sair de algum lugar.
Por isso a gente divide os campos em dois grupos:
- O que muda a cada linha tem que estar no arquivo: quem é o paciente (carteirinha, nome), qual procedimento, qual data, qual valor. Isso é informação da guia, e ninguém consegue adivinhar por você. A identificação do paciente, em particular, sempre vem da planilha — nunca de um valor fixo, pra não haver risco de faturar no nome errado.
- O que é sempre igual você preenche uma vez só, numa tela de configuração: CNPJ da clínica, CNES, registro ANS da operadora, conselho e número do profissional, versão do TISS, e por aí vai. São dados do seu consultório, não do atendimento — não faz sentido repetir em toda linha da planilha.
É essa divisão que faz a mágica funcionar: a sua planilha pode ser bem mais enxuta do que o nosso modelo completo, porque o resto o sistema já sabe.
E se a minha planilha tiver várias linhas por guia?
Esse é o caso mais comum em SP/SADT, e ele é tratado: se o mesmo atendimento aparece em várias linhas — uma por procedimento, mais as linhas de material e medicamento — o sistema junta tudo numa guia só, com os itens dentro dela.
Duas coisas valem a pena saber:
- Se a sua planilha tem número de guia, ele é usado pra separar um atendimento do outro. Se não tem, o sistema agrupa por carteirinha e data.
- Se duas linhas que deveriam ser a mesma guia se contradizem (dizem executantes diferentes, por exemplo), a conversão para e avisa qual campo está divergindo, em vez de escolher um e gerar um XML errado em silêncio.
Tem algum caso que não dá?
A gente consegue ler quase qualquer layout, mas vale o aviso honesto:
- Precisa ser uma planilha tabular — uma linha por guia ou por procedimento, com uma linha de cabeçalho nomeando as colunas. Relatório com quebras visuais, títulos no meio, cada guia num bloco separado ou várias abas encadeadas complica bastante.
- Se falta no arquivo uma informação obrigatória que varia por atendimento e não é fixa, não tem de/para que resolva — o dado precisa existir em algum lugar.
- Se o seu layout muda de formato toda vez que é exportado, o reconhecimento automático não tem em que se apoiar.
Na dúvida, manda o arquivo. É mais rápido a gente olhar e dizer do que você tentar adivinhar.
E o preço?
Fale com a gente e a gente combina — depende do tamanho da encrenca, e boa parte dos layouts é simples. O que não muda é o resto: a conta continua gratuita, com 20 conversões grátis por mês, e as conversões seguem sendo cobradas do mesmo jeito de sempre, sem mensalidade.
Enquanto isso
Se você prefere não esperar, o caminho de sempre continua aberto e é imediato: baixe um dos modelos, preencha e converta agora. Se for a sua primeira vez, o guia de como preencher a planilha resolve a maioria das dúvidas, e a lista de campos por versão do TISS mostra o que cada versão exige.
E se você já está cansado do copia-e-cola: chama a gente e manda o seu arquivo. É pra isso que essa porta existe.